sábado, 27 de novembro de 2010

Marketing de Relacionamento

Tá, vou comerçar assim...

Gelson Luis Favero é proprietário de uma ótica chamada Ótica D'Mônaco, e como trabalho de faculdade meu grupo resolveu fazer uma análise de varejo sobre ela.
Fazendo o trabalho percebi na prática o quanto uma tendência de varejo pode ser importante. Na análise meu grupo constatou que a tendência presente na ótica era é a de maior foco no cliente e no marketing de relacionamento.

O que podemos entender como marketing de relacionamento? De acordo com McKenna marketing de relacionamento significa construir e sustentar a infra-estrutura dos relacionamentos de clientes. É a integração dos clientes com a empresa, desde o projeto, desenvolvimento de processos industriais e de vendas. Consiste em uma estratégia de negócios que visa a construir relacionamentos duradouros entre a organização e seus clientes, contribuindo para o aumento do desempenho desta. O processo de marketing de relacionamento deve se iniciar com a identificação de suas necessidades, a definição dos serviços prestados e agregados, a busca da melhor relação custo/benefício e ter funcionários motivados e capacitados a atender estes clientes adequadamente. O relacionamento com o cliente serve para que a empresa adquira vantagem competitiva e se destaque perante a concorrência. O objetivo maior torna-se manter o cliente através da confiança, credibilidade e a sensação de segurança transmitida pela organização.

Mesmo tendo estudado esse tema, lido textos sobre isso nunca tinha parado para pensar que a loja dele se sustenta com isso, e como é fundamental. O bom atendimento é difícil de ser encontrado, e a loja dele consegue ganhar bons pontos com isso. Talvez por ele já ter uma experiência de 25 anos no mercado e deles16 anos trabalhando em óticas, ele tenha uma excelente percepção sobre seus consumidores e suas necessidades.

Por exemplo, os ajustes nos óculos são feitos gratuitamente, o que muitas vezes faz com que os clientes se sintam pouco a vontade em entrar na loja e apenas realizar um ajuste, mas ele e seu funcionário conseguem deixá-lo à vontade para que ele se sinta bem e volte mais vezes mesmo que seja para um novo ajuste, uma simples conversa ou ler um jornal, e não necessariamente realizar uma compra. Outro exemplo, é quando seu cliente fica na dúvida de que armação de óculos adquirir, ele deposita confiança no cliente e deixa que ele leve as armações para casa, para que ele possa escolher com calma o produto desejado e não se arrependa depois. E depois que o cliente efetuou a compra, se por algum motivo não pode ir buscar o seu produto, ele se encarrega de levá-lo na casa do cliente.

E acho que todas essas ações acabam deixando o cliente sempre satisfeito, o que faz com que os produtos comercializados na loja, de certa forma se tornem completos e ganhem mais valor junto à percepção dos clientes.


Bom, hoje eu aprendi bastante com isso, e achei legal mostrar um pouco do que aprendi.

Até a próxima!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Motivação X Incentivo

Nem sempre as campanhas motivacionais trazem o retorno esperado pelas empresas, por isso, é mais que necessário entender a forma de trabalho da equipe.
É comum serem feitas palestras e workshops de motivação, que vão de empresas até indústrias.  Mas muitas vezes o incentivo se confunde com a motivação por tratar do mesmo objetivo, que é aprimorar, aperfeiçoar um serviço ou produto oferecido no mercado. “A motivação é a evolução do incentivo e não só meta e premiação. É aprendizado e reconhecimento também”, diz um proprietário de uma agência de publicidade.
A motivação é um ciclo obrigatório, as pessoas consomem muito através dela e do incentivo, mas a diferença é que: “A motivação vem de dentro para fora e o incentivo vai de fora pra dentro”. As duas formas de se trabalhar podem ser consideradas estímulos para as empresas, mas o incentivo é um combustível para motivar. A  comunicação tem como obrigação gerar a motivação.
A cultura motivacional empresarial deve ser inserida em grandes e pequenas empresas, contanto que seja percebida a necessidade de implantação deste sistema. Muitas vezes a interatividade com o público é o carro chefe de campanhas motivacionais.
O conceito de motivação se consolidou quando era reconhecido o trabalho de seus colaboradores com explicações e detalhes. “Não havia o hábito do chefe reconhecer o trabalho do funcionário. Hoje, eles sabem que o reconhecimento tem muito valor e é uma tendência”, garante o dono da agencia.

Uma campanha de motivação deve criar estímulos no trabalho, pois são fundamentais para gerar retorno. Todos os profissionais envolvidos na campanha precisam estar motivados desde o início para que o resultado seja alcançado.
O mercado atual conhece e usa diversas ferramentas que podem ser usadas na motivação. É cada vez mais comum as empresas romperem as barreiras devido à importância de não focar em apenas uma ferramenta, as empresas e marcas estão num processo para se reinventarem.


Este texto foi retirado do site Mundo do Marketing. Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://www.mundodomarketing.com.br/
Até a próxima =D

domingo, 21 de novembro de 2010

Comunicação motivada pelo marketing

Através da motivação, as empresas desenvolvem campanhas voltadas tanto para os clientes quanto para seus colaboradores. A motivação é tão importante quanto as metas traçadas e alcançadas dentro de uma empresa, trazendo atualização e interação entre marca e produtos e o reconhecimento de um profissional.
Muitos executivos acreditam que a motivação é essencial, e que serve como um canal de comunicação entre equipes e empresas, principalmente em grandes companhias. “Qualquer atividade de comunicação deve ter um pouco de motivação”, afirmou o vice presidente da Ampro – Associação de Marketing Promocional.
Para aplicar essa motivação ao dia-a-dia das empresas todas as ações de marketing precisam ter seus resultados mensurados. “Temos que saber quais são os resultados sobre o que produzimos”, diz o vice presidente da Ampro. Outro modo ainda é conseguir associar a motivação a um caráter como foco, conteúdo, abordagem de clientes, e deve ser visto como um ingrediente fundamental de uma receita, ou seja, essencial para a empresa. “Qualquer estratégia é ineficaz se não tiver motivação” disse também o vice presidente da Ampro.

Este texto foi retirado do site Mundo do Marketing. Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://www.mundodomarketing.com.br/
 
Galerinha, no próximo post: Motivação X Incentivo

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Geomarketing

É um estudo de segmentação baseado em localização, que não é novidade, mas está ganhando força e sendo usado por grandes empresas.

Atualmente, o Geomarketing tem atuado principalmente para ajudar nas estratégias de expansão de redes varejistas. Ele ajuda a evitar que histórias de fracassos de lojas e empresas se repitam, e que o marketing saia como o culpado nessas histórias, pois na maioria dos casos, o problema está na falta de estudos que delimitam as ações e os projetos realizados.
Para evitar esse problema, foi desenvolvida a ferramenta de Geomarketing, que define o potencial de consumo de uma região e a possibilidade de implantação de uma nova loja ou empresa. As empresas encontraram nesse conceito uma forma de saber em que tipo de varejo apostar mais fichas e onde o produto tem maior penetração. O estudo pode ser aplicado na produção, na estratégia de relacionamento, na abertura de lojas, na parceria com grandes marcas e até para medir o retorno das ações de Marketing. 
O Geomarketing, é uma forma de segmentar geograficamente, encontrando perfis específicos de consumidores em determinadas regiões com diferenças comportamentais, culturais, sócio-econômicas, religiosas, entre outras. É portanto, essencial para que as empresas enxerguem o seu público-alvo potencial antes de abrir um novo ponto de venda ou de lançar um produto em determina região.
1- Estratégia com base na geografia
Por exemplo, o Hipermercado Extra, oferece variedade a preços competitivos em diversas regiões de uma mesma cidade, enquanto o Extra-Eletro é especializado em eletroeletrônicos, móveis e itens de bazar. Há ainda o Extra-Fácil e o Extra-Perto, que são supermercados de fácil acesso para atender bairros específicos, além da marca Assai, cujo foco são pequenos varejistas e atacadistas.
Outra empresa que não viveria sem o Geomarketing é a Domino’s Pizza, cujo conceito para poder tangibilizar o posicionamento: “Entrega em 30 minutos ou a pizza é de graça”. A rede norte-americana, que em 2004 teve sua primeira franquia no Brasil, agora tem como foco a expansão no mercado. Como a missão da empresa é conseguir entregar pizzas quentinhas em até 30 minutos, e estar no trânsito cada vez mais caótico das cidades, é um desafio a mais. Por isso, os pontos de venda são escolhidos em um raio de 1,6 km para atender os domicílios presentes. Desde o layout da loja, até a linha de produção, tudo é feito neste raio que abrange cerca de 20 mil casas, que indica o potencial de consumo de milhares de residências juntas.
2- Definição do local
Entender cada segmentação serve como ponto de partida para o lançamento e desenvolvimento de produtos e de novas lojas. Descobrir qual região é a mais adequada para um teste de determinado produto, serviço ou ponto de venda, por exemplo, varia de acordo com o objetivo de cada empresa. Ao contrário do que muitos pensam, não é possível estabelecer uma cidade-teste, é necessário selecionar cidades que tenham a ver com a estratégia da marca. O mais indicado são lugares onde representem o máximo possível o público-alvo que a empresa deseja atingir. A função do Geomarketing é indicar estes possíveis locais, descobrir cidades que sejam representativas para o negócio. Depois de verificar o potencial destas regiões, a rede se baseia em um sistema de filtros estatísticos que avalia a renda média dos habitantes da região, o seu potencial de mercado, o custo por metro quadrado e o retorno para o franqueado.
3 - Formatos de lojas
Dos municípios brasileiros avaliados no processo de expansão, apenas 60% deles ofereceram reais condições de efetivar a expansão de uma rede. Abrir novas lojas, relocalizar, ampliar os pontos de venda e padronizar a arquitetura são movimentos feitos ao mesmo tempo. Demanda ferramentas de gestão. O planejamento de expansão das lojas teve forte crescimento no faturamento dos pontos de venda de rua. Em algumas delas, a movimentação de consumidores é maior do que qualquer shopping poderia ter. O comércio de rua atrai principalmente os consumidores que residem próximos a ele. O tempo máximo de deslocamento que o cliente suporta para chegar ao local de compras é de até 15 minutos. A diferença dos shoppings é que a população flutuante não mora perto, mas trabalha próxima destes centros ou estão de passagem pela região por um motivo qualquer. Pode se investir em Geomarketing, fazendo o cruzamento de dados como a renda média dos consumidores da região e o número da população flutuante do pólo.
4 - Raio X da região
Para escolher o local ideal para abertura da loja, a empresa estuda a densidade do comércio daquela região, o número de pontos comerciais e até a relação dos segmentos de outras lojas com os seus produtos. A origem e o destino dos consumidores que entram nas lojas de rua também fazem parte do estudo que avalia a expansão das lojas. “Uns saíram de casa para comprar, outros estavam voltando do trabalho. Ao compararmos as lojas de rua com as de shopping, de supermercados e as de galerias, verificamos que 50% dos que passavam por ela efetuaram uma compra”, contou o Gerente Executivo de Canais de Vendas de uma grande rede varejista. Em processo de relocalização, transferir uma loja de rua para outro logradouro deve ser analisado, pois assim como o número de pessoas pode dobrar e aumentar a receita da loja, pode também fazer o movimento e receita da loja decrescer.

Este texto foi retirado do site Mundo do Marketing, publicado em 19/10/2010. Para ler a matéria na íntegra, acesse: http://www.mundodomarketing.com.br/

Até mais galerinha!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

5 questões fundamentais de marketing, segundo Kotler

Galera do marketing, foi realizada uma entrevista para o site exame.com com Philip Kotler, onde ele afirma que as redes sociais, sustentabilidade, inovação, clientes e desafios da profissão são temas fundamentais ao marketing.
Quando o perguntam sobre o comportamento do consumidor, ele afirma que os consumidores estão comprando mais por menos, estão adiando suas compras de bens duráveis mais caros como carros, móveis e eletrodomésticos para as necessidades diárias.
E fala também sobre a inovação das empresas, criando por exemplo uma linha de produtos de custo mais baixo e que ofereçam benefícios similares às versões mais caras ou ainda lançar embalagens menores de seus produtos que sejam mais acessíveis, já que as pessoas estão optando por marcas mais baratas.
Quando é perguntado sobre as redes sociais, Kotler diz que os consumidores estão criando perfis no Facebook e no Twitter, criando redes de relacionamento e procurando informações sobre experiências de produtos e serviços de outros consumidores em suas redes sociais, e provavelmente ele dará mais valor à opinião de seus amigos do que aos anúncios. Assim as empresas devem tomar cuidado pois as conversas nas redes sociais incluem opiniões favoráveis e desfavoráveis a respeito das marcas, além de discussões sobre os méritos de seus produtos e de suas marcas.
Kotler responde a questão de sustentabilidade dizendo que muitas empresas acreditam que a sustentabilidade é um custo que irá prejudicar seus lucros, mas isso só acontece quando a empresa tem que pagar por um sistema, sendo que existem outros esforços a favor da sustentabilidade que podem melhorar a lucratividade. Ele diz que é preciso distinguir entre ações de sustentabilidade que representam economia de dinheiro e aquelas que demandam gastos, mas que vale a pena quando se consegue manter uma boa opinião do cliente em relação às empresas.
Na última pergunta da entrevista, Kotler diz que as empresas são surpreendidas quando elas perdem os clientes que se diziam satisfeitos, isso por que algum concorrente está atendendo melhor as necessidades daquele clientes, satisfazendo-o mais, seja pela venda a um preço inferior ou oferecendo serviços e recursos de melhor qualidade. Está cada vez mais difícil conquistar a fidelidade dos clientes, por isso descubra os pontos fracos de sua empresa e como está desapontando seus clientes antes que seus concorrentes o façam.


Essas foram as principais respostas de Philip Kotler para a entrevista do site exame.com, sobre as cinco questões de marketing fundamentais nos dias hoje.


até a próxima!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Primeiro dia no Blog

Bom dia galera do marketing!

Hoje estamos iniciando nossas atividades aqui.
Criamos esse Blog pra desenvolver nossas habilidades e conhecimentos nessa área, e claro, poder ajudar vocês também.
Abordaremos os conceitos de marketing e estratégias em geral, como marketing promocional, marketing estratégico, marketing de relacionamento, marketing olfativo, entre muitos outros.

Por enquanto é só, até a próxima!

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